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quarta-feira, 10 de julho de 2019

Experiência incrível




A aula do dia 4 de julho vai ficar guardada na memória. Interativa e dinâmica, trouxe uma perspectiva diferente para as aulas da Educação Infantil. Trouxe movimento, descontração, leveza e alegria, arrancando sorrisos de semblantes fechados e atentos demonstrando possibilidades de atividades para as atuações nos estágios.
As expressões e movimentos da professora Albene Mara aconteciam em perfeita sintonia, e lhe faziam parecer digna de um grande espetáculo. E de maneira envolvente conquistou a colaboração daquelas que vieram aprender, ainda que tímidas no início, se soltaram em movimentos, estátuas e risos.
Foi uma experiência incrível que abriu a visão para maneira de trabalho nos estágios, a qual permita à criança ser criança com a sua energia, mas ensinando-a a aquietar-se. Pois o aprendizado vem com a energia e com a quietude.
Contar histórias e permitir aos pequeninos se encontrarem em suas viagens criativas e interativas com os personagens, deixando-os livres para construir o aprendizado através do manuseio dos livros e dos materiais da aula. Assim aconteceu com cada um que estava presente, envolvidos com os contos infantis, com as músicas, com os movimentos, com a narrativa que propiciou uma história imaginária e por fim a interação com os materiais disponíveis.



quarta-feira, 8 de maio de 2019

Há algum tempo


https://pxhere.com/pt/photo/1575601
Faz algum tempo que passei pela Educação Básica e os professores estavam sempre atentos ao livro didático e a transmissão de conteúdos propostos como os mais importantes. O que acarretava em deixar alguns considerados de menor importância.
Mas foi na 5ª série (na época) que conheci uma professora que marcou minha trajetória escolar, a de matemática. Eu havia reprovado justamente nessa disciplina e estava fazendo tudo novamente, e ela trouxe para uma aluna apavorada que detestava os números e cálculos o gosto por tais conteúdos.
Sim, foi esta professora que se destacou em minha vida, muito elegante e sempre com um sorriso no rosto explicava tudo com tanta tranquilidade fazendo parecer que tudo era fácil, e se prestássemos atenção seríamos capazes de solucionar qualquer cálculo ou problema. Tanto que me tornei uma das melhores em matemática da turma.
Talvez a professora de matemática da 5ª série seja uma inspiração e deseje ser como ela, mas, hoje após um longo período fora das salas de aulas e com as experiências vividas na universidade tenha novas inspirações. Quem sabe desejando ser como ela, mas também ser um pouco mais devido as mudanças no cenário escolar das últimas décadas.
A preparação para sala de aula acontecerá quando houver a necessidade de colocar em prática tudo o que me foi ensinado, observando o ambiente com sensibilidade para ouvir os alunos, detectar seus anseios e procurar mediar o conhecimento. Entendendo que a preparação é diária, pois é necessário a criatividade, a disposição em buscar conhecer mais e energia para desenvolver atividade que atinja a atenção e o interesse desses.
Passando para observação em salas de aulas, o dia-a-dia pode ser cansativo para professores e alunos. O ensino pode ser algo enfadonho para o aluno enquanto transmitir conteúdos repetitivos de livros didáticos torna-se algo automático, já que ano após ano e em cada turma o assunto tratado é o mesmo.
Hoje nos deparamos com transformações, mudanças e inovações em diversas áreas, inclusive nas tecnologias, e a necessidade de um acompanhamento dos acontecimentos, tantos globais quanto no meio onde os alunos estão inseridos, precisam ser levados às salas de aula.
Em alguns dias estarei em uma sala de aula fazendo o estágio de observação e, vou me esforçar para ter um olhar sensível sobre as crianças e as metodologias desenvolvidas, buscando apreender o máximo possível do que me for proposto, como também  o que pode ser aperfeiçoado e  melhorado, pois entendo a necessidade de se aperfeiçoar ou melhorar.  

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Sempre estamos aprendendo!

Um dia diferente como universitária (o), é possível?


Sim, é possível. 

Com  a visita em três lugares ótimos na capital Aracaju, pudemos juntar descontração com novas aprendizagens. Talvez coisas simples que tenham passado desapercebido na trajetória de adquirir conhecimentos, porém não deixam de ser significativas.
A primeira parada foi no Oceanário, onde tivemos oportunidade de saber mais sobre o Projeto Tamar e todo seu trabalho para preservação das tartarugas, além dos aquários e tanques com peixes e outros animais aquáticos.


Visitamos o Centro de Turismo no prédio onde em 1874 funcionava a Escola Normal e que posteriormente em 1923 passou a ser Instituto Educacional Rui Barbosa. E também nesse prédio funciona o Museu do Artesanato de Sergipe.


E por último, mas não menos importante, fomos ao Museu da Gente Sergipana. Apresentando a cultura do Estado de forma interativa, dinâmica e simples.  O carrossel com as principais praça, o cordel interativo, a amarelinha com a tradições regional, o pião e os prédios históricos, a mesa das comidas típicas, a midiateca, o barquinho e as aventuras pelo bioma da região, e tantos outros.Se fosse pedido para resumir tudo em uma palavra, escolheria excelente!
Dia divertido e produtivo!

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Produzir para contribuir

https://www.flickr.com/photos/reanetbr/4479256530
Percebemos a importância do recurso educacional aberto quando precisamos de um livro para leitura e estudo, mas não o encontramos disponível para download ou não é possível copiá-lo. Podemos ir além, simplificando ainda mais, quando existe a necessidade de baixar uma imagem da internet para inseri-la em trabalhos, porém, antes é preciso saber se ela pode ou não ser utilizada por causa dos direitos reservados.O REA vai justamente na contramão dessas restrições, abrindo as possibilidades de ensino e  aprendizagem por facilitar o acesso e reuso de recursos publicados digitalmente. Ele não oportuniza apenas o acesso, mas a reutilização do material encontrado não apenas para a leitura ou cópia como também para modificar ou remixar e compartilhar novamente.Esse recurso não deve apenas ser divulgado, mas também ampliado com a participação de mais pessoas colocando à disposição do público suas obras e criações.

"REA é uma chamada para a participação -- para que você faça uso de recursos existentes, mas para que também contribua produzindo e modificando o que encontrar."
(EDUCAÇÃO ABERTA, 2011, p. 7)

terça-feira, 29 de janeiro de 2019

A preparação para o profissional do futuro


www.publicdomainpictures.net/pt/view-image.php?
image=227875&picture=mulher-cyborg


O que vem a ser o futuro? Seria o amanhã como o próximo dia, ou anos e mais anos a nossa frente? Tenho a impressão que os dois são o futuro. Então, assim como precisamos nos preparar para o amanhã, muito mais para o futuro distante.





As exigências no campo profissional com o passar do tempo vêm aumentando e, consequentemente o homem e a mulher precisar buscar constantemente a atualização de seus conhecimentos para permanecer na ativa.
Os avanços tecnológicos e áreas de trabalho têm se multiplicando, em contrapartida as máquinas e robôs estão preenchendo o lugar do humano. E nessa corrida contra o tempo tentado alcançar freneticamente as transformações, na busca do ter o que é preciso para garantir o emprego ou para encontrar algo melhor, o indivíduo se esquece de ser alguém melhor como pessoa, de se permitir ter a capacidade de sentir.
Os educadores, aqueles que estão comprometidos com a formação do outro, não estão livres desta corrida, porém precisam se lembrar a todo instante da importância de ter uma consciência e não apenas inteligência.
A publicitária Michelle Schneider em sua palestra sobre o profissional do futuro, diz que “a inteligência é a capacidade de resolver problemas e a consciência a capacidade de sentir, e que em 2045 um único computador será mais inteligente que toda a humanidade junta”. É criada a todo o momento a inteligência artificial e não consciência artificial, porque apenas ao ser humano ainda é dada a capacidade de sentir.
Ela também cita uma frase de Alvin Toffler, a qual é, “o analfabeto do século 21 não serão os não conseguem ler e escrever, mas os que não conseguem aprender, desaprender e reaprender”.
Como profissional a nossa preparação precisa ser constante para continuar crescendo, porém, tão importante quanto esse crescimento é o do ser humano que não apenas pensa, mas sente.  
Pensando individualmente, desejo ser o profissional que não apenas atenda a demanda das mudanças no âmbito profissional, mas aquele que apesar de ser inteligente se importa com o outro. E como educador, se tornar autor de processos que promovam a criação. 

www.flickr.com


terça-feira, 22 de janeiro de 2019

As possibilidades de novos aprendizados



https://pixabay.com/pt/telefone-lona-empresa-tecnologia-3127906



As tecnologias vêm se tornando uma inspiração para diversas áreas assim como para a educação diante das possibilidades e recursos educacionais que são pensados e estudados. Mas também é um tema controverso porque suscita desafios e, nem sempre há interesse em aceita-los talvez pela apreensão com os resultados.
A compreensão de que as transformações no mundo acontecem rapidamente, deve ser o ponto motivador para que se busquem diferentes maneiras de adquirir e transmitir conhecimento, e os Recursos Educacionais Abertos (REA) é a alternativa acertada.
Os tempos atuais são de conectividade e compartilhamento, porém, quando voltamos o olhar para educação sentimos a falta da integração do conhecimento à diversidade digital. A ampliação do olhar é preciso para que aconteça a apropriação das possibilidades e recursos que surgem. 

https://pixabay.com/pt/global-tecnologia-rede-globo-2082635/
A abertura da rede para o acesso ao conhecimento se divide em duas faces, à depender da intenção de quem faz a busca. A primeira face é a que está preocupada em copiar e colar, mas a segunda está com sua atenção voltada para a criação e, após apreender as informações deseja compartilhar.
Não é o caso da escola adequar-se às inovações tecnológicas ou as novas formas de compartilhar conhecimento, mas fazer desses recursos o meio pelo qual professores e alunos possam se desenvolver simultaneamente como autores e atores do processo de criação.
Em relação ao material didático utilizado na escola, não deve ser descartado e sim pensado para a formação de cidadãos e o fortalecimento de sua cultura. E se esse for somado às facilidades das tecnologias digitais em rede resultará em acréscimo para o aluno, pois ele terá a sua frente a cultural local e ao mesmo tempo em que está conectado com o mundo e suas culturas.
Os recursos educacionais abertos se fazem possibilidades a serem pensadas, quando escola e professor desejam ser participantes de uma educação para a construção de um ser humano que pensa, questiona e é capaz de formular seu próprio raciocínio, oportunizando a emancipação individual e cultural.


“Uma cultura só se mantém viva, com sua riqueza, se ela interage com outras.”
(PRETTO, 2012, p. 99)



terça-feira, 18 de dezembro de 2018

Tecnologias, onde estão?

Será que a tecnologia sempre fez parte da vida humana? 
De certa forma, podemos dizer que sim. Para Leite (2016), pode-se considerar tecnologia todo e qualquer instrumento ou recurso que auxilie o processo de construção do conhecimento, desde o mais simples como uma colher de madeira a uma ferramenta mais complexa. Então, se pensarmos bem, todos temos acesso às tecnologias no dia-a-dia, em casa ou nos lugares mais variados.

Se usarmos como exemplo a escola dos anos 90, teremos o ensino técnico do 2° grau com recursos e avanços tecnológicos que podem ou não perder para os tempos atuais, a depender da instituição e suas metodologias. 

Porém, posso dizer do curso técnico em secretariado que cursei nos anos de 1989 à 1991, detalhando as tecnologias utilizadas. Os livros didáticos específicos para o curso era uma exigência na maioria das disciplinas. Cadernos, canetas, lápis e borracha para os alunos e para os professores o quadro e giz. 
https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A1quina_de_escrever

Lembro-me da aula de datilografia. Isso mesmo! Não errei no termo. Não é digitação. Nessa época eram as máquinas de escrever que faziam sucesso e, para acompanharmos e estarmos atualizados como futuros profissionais havia a necessidade de cursar a disciplina que tratava de ensinar as técnicas da datilografia.

Diante dos fatos, deixo uma reflexão. Os recursos tecnológicos de hoje são mais avançados em relação aos dos anos 90?

Pretto (2013), afirma que para o novo milênio existe a necessidade de construir uma nova escola, mesmo sabendo que a transformação da sociedade não é responsabilidade apenas dela. Porém, com as inovações acontecendo a todo o momento e com a cibercultura, pode haver um aproveitamento por parte dos professores para atingir os alunos oferecendo novos meios de conhecimento, tendo em vista que essa legitima novas formas de pensar e aprender.

A interatividade oferece um resultado interessante, a construção coletiva de saberes com o compartilhamento de conhecimentos em comunidades virtuais, o que pode ser utilizado pelos professores com o intuito de promover o comunicar e o expressar do aluno em fórum de discussão sobre temas diversos. E não apenas isso, mas fazer uso da internet como fonte de pesquisas em livros e revistas digitais, filmes e vídeos, entre outros. Não é apenas incluir uma forma de tecnologia na aula, mas pensar a aula de maneira tecnológica. O professor se torna um mediador utilizando a tecnologia para compartilhar o saber.

Portanto, no mundo em que vivemos é imperativo acompanharmos de perto as mudanças que se fazem novas todos os dias.


https://pxhere.com/pt/photo/16760

"A conectividade é o centro da vida social contemporânea."
(Leite, 2016)



TIC e a sala de aula

A utilização das TIC na Educação Superior me permitiu conhecer possibilidades de práticas, mas também um mundo de teorias. Ambas precisam ...

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